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Bruno Guimarães revela bastidores do pênalti contra a Noruega, defende Vini Jr e é sincero: ‘Se tiver outro…’

Quase três meses depois, o pênalti perdido na eliminação do Brasil para a Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo, ainda dói em Bruno Guimarães.

Convocado por Carlo Ancelotti para a primeira Data Fifa depois do Mundial nos Estados Unidos, o volante do Arsenal não fugiu das perguntas sobre o lance que poderia ter mudado o destino da Seleção Brasileira.

No dia 5 de julho, Bruno Guimarães desperdiçou um pênalti aos 13 minutos do 1º tempo, quando o jogo estava empatado em 0 a 0. Com show de Erling Haaland, a Noruega venceu o Brasil por 2 a 1 e se classificou para as quartas de final da Copa do Mundo.

O volante admitiu que sofreu bastante com o erro, mas mostrou personalidade ao se colocar novamente à disposição de Ancelotti quando houver outro pênalti.

“Sentimento muito ruim. Perder um pênalti faz parte do futebol, mas a gente nunca está pronto pra isso acontecer. Evoluir com o que aconteceu, obviamente é uma ferida, uma cicatriz, está muito recente, ainda me magoa, ainda me dói muito isso ter acontecido. Mas faz parte do futebol”, afirmou.

“Que eu possa aprender com meus erros, muitas vezes você aprende com a vitória, mas normalmente a gente aprende com a derrota, com aquilo que não deu certo. Seguir a minha luta diária, dos meus sonhos… Se tiver outro pênalti e for delegado a mim eu não vou me esconder, vou bater de novo mil vezes, porque representar essa camisa representa muito pra mim, sempre foi meu maior sonho. Não foi um momento legal, sofri muito, mas é bola pra frente. Não dá pra mudar o passado e sim o futuro”, completou Bruno Guimarães.

O número 8 da Seleção Brasileira também saiu em defesa de Vini Jr, que foi bastante criticado por não ter assumido a responsabilidade na cobrança do pênalti. Bruno Guimarães contou que ele havia sido escolhido como o cobrador número 1 por Ancelotti na preleção da partida.

“Depois de uma eliminação, você acaba vendo muitas conspirações de coisas que não fazem o menor sentido. Sempre antes do jogo a gente tem a nossa preleção, e o professor determina quem vai bater. Eu fui o cara escolhido para bater. Ali na hora, teve jogadores que quiseram pegar a bola. Um jogador pega, passa para o outro, até para tentar enganar o goleiro. E foi isso que aconteceu, nada demais. O Vini não era. Quem tinha que bater o pênalti era eu. Eu bati o pênalti, perdi, poderia ter feito. Isso faz parte do futebol. A gente fica triste pela cobrança sobre o Vini, mas foi delegado a mim bater”, disse.

A Copa do Mundo, porém, já é uma página virada. As atenções de Bruno Guimarães estão voltadas para o novo ciclo da Seleção Brasileira, que começa nesta Data Fifa, com os dois amistosos contra a Austrália, nos dias 25 e 29 de novembro, e encerra contra a Índia, no dia 3 de outubro.

Próximos jogos da Seleção Brasileira:

Créditos Autor: ESPN.com.br
Créditos Imagens: Reprodução Internet

Fonte: Clique aqui

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