Chefão de LALIGA diz como Vinicius Jr. mudou forma da Espanha combater racismo: ‘Gostaria de poder fazer mais’
Em entrevista exclusiva à ESPN, Javier Tebas, presidente de LALIGA, foi mais um a falar sobre os lamentáveis casos de racismo que Vinicius Jr. enfrentou não só na Espanha, mas agora também na Europa – e mais recentemente durante partida contra o Benfica na Champions League.
O mandatário da liga espanhola mostrou apoio à estrela brasileira do Real Madrid e revelou como os acontecimentos do passado, quando Vini foi avo de ataques racistas na própria Espanha, têm ajudado LALIGA a tentar dar um fim ao problema que assola não só a Europa, mas o futebol de forma geral.
“Desde que aconteceu com o Vinicius, mudamos de estratégia, evidentemente porque não foi bom o que aconteceu, na Espanha tivemos quatro condenações de pessoas que insultaram o Vinicius, (condenados) à prisão. No caso do Vinicius, fizemos um esquema especial nos estádios para podermos escutar os gritos racistas e denunciá-los, estamos muito em cima. Na Espanha, há pelo menos um ano ou menos, Vinicius não teve problemas com o racismo, são milhares de pessoas nos estádios. Mas conseguimos porque estamos fazendo muitas campanhas, muita conscientização”, disse.
E Tebas também opinou sobre o ocorrido com o atacante merengue na Liga dos Campeões, afirmando que outras competições também deveriam intensificar a luta contra o racismo, fazendo além do que é colocado em prática neste momento no combate.
“Em relação à Champions, não basta colocar um patch ‘não ao racismo’ para acabar com o problema, é preciso fazer mais. Nos nossos estádios, as pessoas podem denunciar. Porque em muitos estádios só aqueles que estão ao redor denunciam. Acho que outras competições deveriam trabalhar e insistir muitíssimo muito mais”, opinou.
Por último, o chefão de LALIGA afirmou que gostaria de poder fazer muito mais para combater o racismo no futebol, mas que por questões que não estão ao seu alcance, as mudanças ainda estão a passos lentos.
“Em relação ao caso do Vinicius, (gostaria) de pedir mais competência e sigo pedindo. É um tema muito complicado, é um tema legislativo, de governo, sabemos que isso acontece devagar. Seguimos uma estratégia e com bons resultados. Eu gostaria de poder fazer muito mais. São coisas necessárias para o bem do futebol, que se condene, que se evite o problema do racismo nos clubes, gostaria de ver isso em muitas outras competições”, concluiu.
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