Campeonato Baiano de 2026 começa no próximo sábado com ações de prevenção à violência contra a mulher
Foto ilustrativa: Alisson Mota
O Campeonato Baiano de Futebol 2026, que começa no próximo sábado (10), será marcado por uma campanha pelo Feminicídio Zero. A iniciativa é fruto de um pacto firmado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), em parceria com os dez clubes que disputarão o Baianão, a Federação Baiana de Futebol (FBF), Defensoria Pública-Geral do Estado e o Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb), responsável pela transmissão dos jogos.
O objetivo é prevenir todas as formas de violência baseada em gênero, utilizando o alcance social do esporte como ferramenta de conscientização e transformação cultural. Dentre as iniciativas pensadas, está o atendimento multidisciplinar às mulheres com a Unidade Móvel da SPM, que será levada para a frente de alguns estádios em dias de jogos. Os jogadores também serão engajados na campanha com ações a serem promovidas pelos próprios clubes. Neste sábado (10), a Unidade Móvel estará na frente do Barradão, na primeira disputa do campeonato, prevista para às 16h, entre o Vitória e o Atlético.
A secretária das Mulheres do Estado, Neusa Cadore, falou sobre a importância desta mobilização. “A todo momento, em todos os lugares precisamos unir forçar pelo fim da violência contra as mulheres e os estádios de futebol são um ambiente favorável para essa sensibilização. Precisamos enfrentar a naturalização da violência e nos unir neste grande pacto coletivo contra o feminicídio”, afirmou.
Pesquisa recente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública analisou a relação entre os dias de jogos do Campeonato Brasileiro e os índices de violência doméstica. Os resultados são alarmantes. O número de ameaças contra mulheres aumenta, em média, 23,7% e os casos de lesão corporal dolosa no contexto da violência doméstica crescem 20,8% em comparação aos dias sem jogos. No Brasil, uma mulher é morta por feminicídio a cada seis horas; uma mulher ou menina sofre violência sexual a cada seis minutos; e três em cada dez brasileiras já sofreram violência doméstica.

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