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Allianz Parque: estádio do Palmeiras mudará de nome? Quais os valores? Entenda cenário e por que quantia atual é vista como ‘defasada’

Nos últimos dias, ganhou força uma especulação de que o estádio do Palmeiras poderia mudar de nome, com os naming rights, atualmente em posse da seguradora alemã Allianz, poderiam ir para as mãos do banco digital brasileiro Nubank. A ESPN ouviu diversas fontes que traçaram o cenário do momento sobre o tema.

A história começou a repercutir há cerca de duas semanas, quando uma pessoa do mercado financeiro ouvida pela reportagem afirmou que, nos bastidores do setor, havia conversa sobre o suposto interesse do Nubank em um acordo com a WTorre, gestora da arena alviverde.

Fontes da ESPN ligadas a várias frentes, porém, afirmaram à época que tratava-se “apenas de especulações”, sem nada de concreto naquele momento.

No último final de semana, porém, o jornal O Globo publicou que já há negociações entre o banco digital e a WTorre por naming rights. Com isso, a reportagem acionou novamente suas fontes para ter uma atualização.

De acordo com as pessoas ouvidas, no entanto, o cenário segue o mesmo: nada de concreto.

Apesar disso, é admitido que as especulações ganharam ainda mais força nos bastidores do mercado financeiro, ainda mais depois que o Nubank acertou contrato para “batizar” o novo estádio do Inter Miami, nos Estados Unidos, como Nu Stadium.

A nova arena, que faz parte de um complexo esportivo na megalópole da Flórida, será inaugurada em 4 de abril.

Acordo “defasado” com a Allianz

Segundo fontes do mercado financeiro, o entendimento do setor é que o valor pago pela Allianz no acordo de naming rights com o estádo do Palmeiras está “defasado”.

A interpretação do setor é que, pelo crescimento do Alviverde nos últimos anos e a valorização da arena com grandes jogos e shows, o montante deveria ser maior.

Allianz e WTorre firmaram, em 2014, um contrato de 20 anos, com pagamento de cerca de US$ 5 milhões (R$ 26,36 milhões, na cotação atual) por temporada.

Restam ainda oito anos neste vínculo, que se encerrará somente em 2034.

Vale lembrar que negociações do tipo são conduzidas pela WTorre, que é gestora do estádio e superficiária, tendo direito de exploração do terreno e de negócios do gênero, com o Verdão recebendo percentuais dos valores.

A equipe palestrina, porém, participa das conversas como parte interessada, podendo opinar sobre os possíveis nomes dados à arena.

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Créditos Imagens: Reprodução Internet

Fonte: Clique aqui

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