Bahia Gospel News
Bahia Gospel News
teste 02
teste 02
teste
teste
ULTIMAS

Marcado por equilíbrio, Rio Open virou ‘disputa continental’ e ganhou ‘tempero especial’ após fala de João Fonseca

O Rio Open termina sua 12ª edição com Tomás Etcheverry campeão. E o caneco atualiza uma lista de vencedores bastante variada: de nomes famosos e expressivos como Rafael Nadal e Carlos Alcaraz aos não tão conhecidos Pablo Cuevas, do Uruguai, e Laslo Djere, da Sérvia.

Só que essa edição em especial marou uma ‘disputa’ entre continentes e países para ver quem iria reinar no torneio mais prestigiado da América do Sul. Os sul-americanos aproveitaram a oportunidade e fizeram o campeão mais uma vez. Agora, das últimas oito edições, cinco terminaram com o vencedor do nosso continente.

Apenas tenistas europeus e sul-americanos foram campeões do torneio. Ao todo, são seis campeões europeus: Rafael Nadal, David Ferrer, Dominic Thiem, Laslo Djere, Carlos Alcaraz e Cameron Norrie. Já os sul-americanos campeões agora são seis: Pablo Cuevas, Diego Schwartzmann, Cristian Garin, Sebastián Baez duas vezes e Tomás Etcheverry.

Este ano, com o título argentino, temos um empate em número de conquistas, seis para cada continente. Mas a briga não foi só entre os continentes. Dois países travaram uma briga particular: Espanha e Argentina, com os nossos vizinhos levando a melhor.

Espanhóis levaram o torneio três vezes: 2014 e 2015 com Rafael Nadal e David Ferrer, respectivamente, e em 2022 com Carlos Alcaraz, à época conquistando seu primeiro título a nível 500. Já os argentinos foram campeões em 2018 com Diego Schwartzman, nas duas últimas edições com Sebastian Báez, 2024 e 2025, e agora com Tomás Etcheverry.

Há ainda uma última disputa mais particular que os argentinos venceram. Agora são os únicos a vencerem o Rio Open em três oportunidades consecutivas. Sebastian Báez, maior campeão do torneio e único a conseguir defender o título, não sagrou-se tricampeão, mas coube a Etcheverry dar o tricampeonato ao seu país.

Espanha e Argentina detinham o posto de únicos países que tiveram tenistas campeões em anos consecutivos. Os espanhóis ganharam com Nadal em 2014 e David Ferrer em 2015. Agora os argentinos tomaram a dianteira nessa disputa.

Desde de quando passou a integrar a categoria dos torneios de nível 500 (distribui 500 pontos no ranking ao campeão), o torneio carioca sempre foi visto com uma oportunidade de ouro para os tenistas da América do Sul terem um torneio em casa onde pudessem pontuar e subir no ranking.

Aliado a isso, o fato do torneio ser disputado no saibro da América do Sul e contar com a concorrência de outros torneios disputados na Europa e Estados Unidos, sempre favoreceu uma chave com nomes não tão comuns, já que os jogadores mais bem ranqueados na maioria das vezes preferem os torneios disputados mais perto da Europa e Estados Unidos e na quadra dura.

Para o ano que vem, João Fonseca, campeão das duplas com Marcelo Melo, prometeu brigar pelo caneco no simples. Um tempero e tanto para o torneio que acontece na Cidade Maravilhosa.

Ainda vou ganhar esse torneio de simples! Mas, enquanto isso, a gente ganhou a dupla, está ótimo! (…) Ano que vem tem mais, vamos em busca do título de simples!

Créditos Autor:
Créditos Imagens: Reprodução Internet

Fonte: Clique aqui

Gostou dessa postagem?
Compartihe..